MVP Global Summit 2008 – Pós-evento (NY)

Publicado em novembro 1, 2008 | Comente! »

Bem, esse post está a quase meio ano salvo no Windows Live Writer apenas aguardando as fotos do Rover, já que eu não sou muito fã de fotos e máquinas fotográficas.

Segue o post:

Antes do diário, esclarecimentos: Para este MVP Summit, uma grande parte dos MVPs brasileiros se uniram e compraram a passagem em grupo. Algo em torno de 25 a 30 pessoas. Isso fez com que tivéssemos alguns benefícios e dentre eles, uma parada de 2 dias em New York.

Na correria que foi em Seattle, apenas agendamos o hostel (albergue) um dia antes da viagem. Em NY também foi uma correria, mas nossos compromissos eram bem diferentes. Erámos reais turistas. Ninguém no grupo em que eu estava conhecia New York, nem mesmo o dono de um guia de NY, pois nem abriu a p*rra do livro em Seattle. :D  

18 de abril, sexta-feira
Nossa van não aguentou as malas O alarme tocou 04:00. As malas estavam prontas. Foi só o banho final e descemos para o checkout. Como prática do hotel, eles tinham gerado uma conta e deixado no apartamento de madrugada. Vi que estavam cobrando uma diária, o que pela nossa confirmação da Microsoft, seria incorreto. Começamos bem o dia.

Fomos à recepção e apresentei a documentação da Microsoft, informando as diárias que estavam cobertas. A diária foi retirada e apenas a conta de telefone foi cobrada.

Outro grupo havia solicitado uma van para lhes levar ao aeroporto. Gostei da idéia e sugeri ao grupo em que eu estava. Toparam. Vou até o atendente do hotel e agendo uma van. Antes havíamos pensado em ir de ônibus, já que ele dificilmente atrasa, mas pelo valor da van, a diferença seria pouca.

A van do outro grupo atrasou e o clima esquentou. Chegou com atraso. Tivemos medo da nossa, que também atrasou, mas nada grave. O cara que estava dirigindo foi do hotel até o aeroporto falando ao celular. A única bronca no check-in foi a minha mala. Ela estava com 30,5 e o limite de bilhetes emitidos no Brasil era 32. Passei raspando mesmo. A atendente ainda quis encrencar, mas nada como estar respaldado (atenção: viagens internacionais com destino/origem sendo o Brasil, as companhias aéreas tem regras diferencias com relação à bagagem, ok?)…

Bilhete impresso, malas despachadas, fomos ao embarque. Aquela estória de tira sapato, casaco, raio-x. Problema: minha mochila. Segundo o oficial, tinha muitos eletrônicos e eles precisaram abrir para revistar. Eu não fiquei olhando para não deixar os caras mais nervosos, mas creio que eles nem olharam direito por causa de tantos fios :P

Alguns ainda conseguiram chegar até a lanchonete e tomar ou comer algo. Eu nem água tomei. O vôo teria uma duração de 5 horas. Sairíamos 07:45 de Seattle e por causa do fuso chegaríamos 16:00 em NY. Loucura, né?

Eu havia esquecido que em vôos domésticos nos EUA eles só servem bebida. Lanches e bebidas alcóolicas são pagos. Eu aproveitei que tinha baixado alguns  vídeos no hotel e fui vendo no avião. Acabaram os vídeos, a bateria, as músicas do player e a viagem não acabava.

Chegamos em NY!! Os brasileiros estavam todos no mesmo avião, mas se dispersaram no aeroporto. O grupo em que eu estava discutiu (bastante) como iríamos ao hostel e decidimos alugar um carro. Eu ligo para o hostel para saber da situação e o atendente disse que a nossa reserva nem constava no sistema, mas que poderíamos se dirigir ao local que eles iriam resolver isso.

Eu mal havia bebido água aquele dia (dane-se essa estória de fuso), eram 17h e precisávamos chegar ao hostel, deixar as malas e comer algo.

DSC00369 Verificamos os preços dos carros e escolhemos um Jeep (categoria mini-van). Fomos com malas até o pescoço e o GPS era um pouco mais sofisticado. Ele falava o nome das ruas que tínhamos que ir.

Descobrimos o quanto o aeroporto estava longe de onde iríamos ficar hospedados. Para quem conhece, o hostel fica cerca de 20 quadras ao norte do Central Park, em Harlem.

Conhecem Harlem? Bairro afro-descendente. Acho que você ganha algum prêmio se ver alguém claro lá. Ok, sem bronca, estou brincando. Ou quase.

A imagem que eu tinha de hostel era a do ano passado, onde eu e outros MVPs ficamos nos dias anteriores ao Summit. Esse hostel de NY era "uma estrela a menos", mas nada que nos deixasse preocupados.

DSC00380 Esclareci a situação com o atendente: queríamos um quarto só para nós. Para isso pagaríamos por todas as camas do quarto e ficaríamos com exclusividade. Antes de entregar o dinheiro, pedi para ver o quarto. 51W. "Esse 5 significa 5o andar?" – "Sim". Eu e o Rover fomos ver o quarto. Os outros estavam no carro. Eu subi da recepção ao quarto em um ataque de risos.

Por que os risos? Sem elevador. Escadas antigas. Você não tem noção das malas. As escadas rangiam muito quando subíamos. Tínhamos que revezar quem estava na escada com medo que ela desabasse.

Malas no quarto. Descansamos um pouco e fomos procurar algo para comer. Era cerca de dez da noite e nós estávamos em busca da primeira refeição do dia. Sabe onde paramos? Burguer King!

IMG_8133 ATgAAACzYnc-2IzuKSBT1IzpPBstmaeZw7fHi69gHjMASP8dZKWCfFmGH5hFxfoiiEVkAMQip41r84CbU380GODDiaT4AJtU9VDR1deQjoyTPzoANCIqMoNl2U_hbw Depois de comermos, resolvemos dar uma volta de carro. Onde ir à noite em NY? Times Square!!
O lugar é incrível. Luzes e pessoas por todos os lados. Não é à toa que o local sempre aparece quando é filmado em New York.

Confirmamos que o trânsito lá é tão ruim quanto imaginávamos, mas combinamos de nem lembrar do carro de dia. Sairíamos só de noite com ele. Procuramos muito onde estacionar, mas sempre tinha um hidrante ou era zona probida. Resolvemos desembolsar alguns dólares e deixar em um estacionamento.
Era ao lado do teatro onde é filmado o Late Show, do David Letterman, que eu adoro!

A quantidade de brasileiros no local era impressionante. Se ficássemos parados poderíamos contar no máximo 2 minutos sem ver alguém falando português. Uma garota chegou a esbarrar no Rover e pedir desculpas em português! Estávamos controlando o tempo porque o estacionamento era caro (estamos falando do metro quadrado mais caro do mundo, certo?).

ATgAAACH1Ilu3NxjGSihpbVDmLEhce6996CJRkjyo-dFr0s2GENiCQIYr9QA8Y7us24ucqLrD1U046k5JbD9ybnOSpkPAJtU9VChvaStNBo-iv7pbLBp_LW3RrYksw Depois de Times Square ainda fomos em busca da estátua da liberdade, passamos em frente ao Madison Square Garden, Empire State, alguns museus que sempre aparecem em filmes e tudo mais. Voltamos ao hostel cerca de 2:30.

Estávamos quebrados. Subimos ao quarto alguns desmaiaram de sono. Eu desci para pedir toalhas e conectar a Internet. Mandei um e-mail para a esposa dando sinal de vida e fui tomar um banho e dormir.

Sorte estarmos bem cansados. Imagine 5 marmanjos roncando…

 

19 de abril, sábado
DSC01122 Apesar de termos combinado acordar cedo, o corpo não respondia. Os outros foram tomar banho e se arrumar. Estávamos tentando traçar uma rota. Iríamos nos aventurar no metrô. Sacamos dinheiro em um ATM, tomamos café em um Dunking Donuts e fomos ao metrô. Optamos pelo ticket de 7 dólares pelo dia.

A primeira parada era unânime. World trade Center. Ou qualquer coisa como você quiser chamar. O fato é que nós havíamos passado de noite lá, vimos que era grande, mas quando chegamos lá de manhã, a sensação foi impactante. O local todo compõe um cenário de destruição. Prédios gigantescos e lindos. E um buraco no meio. A imaginação voa longe quando você lembra das imagens e documentários que passaram em todo o mundo. Muita gente no local. Fotografando, filmando. De lá, fomos atrás da Estátua da Liberdade. Chegamos à baía, mas estávamos com dificuldades em saber onde pegar o barco do passeio. Resolvemos perguntar a um gringo e vimos que estávamos um pouco longe do local certo. Fomos caminhar.

DSC01165 Passamos por uma bela praça e não resisitimos em provar o hot dog de um grego. Conversamos um bocado com ele :)

Caminhando, chegamos à praça de onde sai o ferry boat para a Estátua da Liberdade. Esqueça todas as filas de banco que você já viu. Não são tão grandes como a fila que nós vimos quando chegamos à esta praça. Legal era andar calado ao lado da fila e ver muita gente falando Português!!

DSC01184 Desistimos da Estátua da Liberdade e fomos caminhar um pouco mais. Passamos pelo touro de bronze de Wall Street, símbolo da vigorosidade e robustez da economia americana, onde tiramos algumas fotos, mas essa do Rover, ficou ótima. A propósito, o que tinha de garota tirando fotos segurando “as bolas” do bicho, não era brincadeira.

Bem, eu ainda estava com uma listinha de compras da esposa (Victoria’s Secret) e numa rápida discussão, decidimos que seria nossa próxima parada. Achamos uma lanchonete com acesso à Internet e eu localizei as lojas mais próximas. De volta ao metrô!

Bem, mesmo com os diversos mapas que tínhamos, eu guiei o grupo à parada errada do metrô de destino :(

DSC01200 Depois entendi que o metrô lá não é como o metrô “daqui”. Simplesmente você pode ter mais de uma linha circulando no mesmo trilho. Não é apenas um vai-e-vem como em São Paulo. Você deve observar qual trem está passando no trilho. Aprendemos a lição. Dos males, o menor, saímos bem ao lado de Times Square, terreno conhecido.

Aproveitamos para tirar fotos. Bem, o Álvaro decidiu prestar uma homenagem também :)

Já que estávamos em Times Square, vamos às lojas. Decisão unânime: Toys R’Us! Um mundo de brinquedos. Pra ter noção do tamanho da loja, você entra e dá de cara com uma roda gigante dentro da loja.

Tudo bem que a seção de videogames seria onde ficaríamos mais tempo, mas vale um destaque para a seção de Lego (na loja você encontrava réplicas da Estátua da Liberdade, Jack Sparrow, King Kong e outros, montados com Lego, com mais de 2 metros de altura cada!) e Hot Wheels.

IMG_8169 Saímos de lá para andar pela 5a avenida. Encontramos uma loja World of Disney onde implorei entrar alguns minutos (estávamos disputando o que fazer com tantos lugares para ir e pouco tempo) e comprei chapéis da Minnie para esposa e filha.

Depois achamos a famosa loja subterrânea da Apple, bem em frente ao Central Park. Na calçada você vê apenas um “cubo de vidro” com o símbolo da Apple e uma escada e elevador para ter acesso à loja. A escada de vidro é linda.

De lá fomos cumprir um item da lista de todos: comer hot dog no Central Park. Deu saudade do lanche do grego que tínhamos encontrado mais cedo naquele dia, pois era mais barato e com certeza, mais gostoso.

DSC01233 Anoitecendo, decidimos voltar ao hostel e pegar o carro. Iríamos passear pela cidade e enfim, “parar de andar”. Todos estavam bem cansados.

Andamos um pouco mais pela Times Square, com direito a uma visita no M&M’s World (só existem 3 nos Estados Unidos), para quem é fã, a visita é obrigatória. Existem sabores de M&M que você só encontra nestas lojas ;)

Depois do passeio noturno, eu e o Rover ainda arrumamos espaço pra comer alguma coisa. O resto do pessoal foi dormir e nós fomos a uma pequena “lanchonete” pra comprar frango frito. Bem, não era algo lá muito saudável, mas naquela hora (tipo, início de madrugada) não tínhamos muitas opções. Escolhemos um dos ítens e fomos comer no hostel. Não sabíamos se estávamos comendo frango ou algum “dinossauro” pois acabamos comprando bem mais comida do que tínhamos planejado. Hora de dormir. O domingo seria o último dia e teríamos pouco tempo.

20 de abril, domingo
DSC01240 Manhã de domingo meio fria e acabamos fazendo uma sessão de fotos com o carro que alugamos em frente ao hostel.

Depois de muita discussão sobre o que fazer, decidimos fazer check-out do hostel, deixar as bagagens no maleiro e ir passear. Depois voltaríamos pra pegar as malar e ir ao aeroporto separados. Um grupo iria de metrô e outro no carro. Isso porquê tínhamos muitas malas e alguns elementos ainda conseguiram comprar mais coisas em New York.

Falando em discussão, os maiores desentendimentos geralmente eram causados por fome, mas neste domingo era se iríamos ou não à Estátua da Liberdade. Meu medo era se o passeio de barco até lá fosse demorado e fiquei com medo de perder o vôo. Mas a maioria venceu e fomos ver a bendita estátua, com a opção de não descer nas ilhas do passeio.

DSC01264 A fila que tínhamos visto no sábado não existia no domingo. Isso ajudou. Compramos os ingressos e fomos passear de barco com olho no relógio. Decidimos que o Rover e Álvaro iriam no carro, enquanto que eu, professor André e Adriano iríamos nos aventurar pelo metrô.

Não termos descido na ilha da estátua ou do museu foi acertada, saímos do barco com o tempo um pouco apertado. Corremos ao hostel, pegamos dicas com o pessoal qie estava na recepção (“não saia da linha A”) e nos despedimos. Mesmo que estivéssemos com celulares funcionando, não ia adiantar pois estaríamos no metrô.

No metrô foi tranquilo. Tínhamos acertado de nos encontrar na locadora de carros para poder pagar o aluguel e acertar as contas entre nós. Uma preocupação era que em uma das noites de passeio pela Times Square uma limusine tinha nos batido (ok, foi um arranhão, mas tinha marcado o carro), mas não deu problemas na devolução. Aproveitamos esse momento para nos desfazer das moedas. Eu mesmo deixei muitas moedas de 1 cent neste pagamento :D

Paramos para comer e eu fui atrás de livros que minha filha tinha me pedido. Quando eu comprei vi que nosso vôo estava com a última chamada sendo anunciada! Corri ao balcão da companhia aérea e disse que eu estava naquele vôo e que meus amigos ainda estavam na praça de alimentação e que eu iria chamá-los. Corri, chamei o pessoal e fomos para o avião.

Não sei eles, mas eu passei a noite toda assistindo filmes (estávamos nesses aviões em que cada cadeira tem seu próprio monitor) e jogando videogames. Eu estava louco pra chegar em casa e como eu ainda teria um “plus” de São Paulo para Fortaleza, assim que aterrissamos, mal me despedi do pessoal e corri pra fazer check-in e dormir um pouco.

Valeu muito a pena a visita a New York. Não sei se voltarei lá um dia, mas se voltar, espero que seja com toda a família ;)



Para ler mais:

  • MVP Global Summit 2008 – Introdução
  • MCT Summit no Brasil: Clipping
  • MCT Summit Brasil 2009: SUCESSO!
  • Dando notícias
  • MCT Summit Brasil: Vídeos

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    Categoria(s): MVP Global Summit

    MVP Global Summit 2008 – O Evento

    Publicado em abril 29, 2008 | 3 Comentários!! »

    Antes de começar com o meu diário, alguns esclarecimentos sobre o evento. O evento é restrito a MVPs e Regional Directors e é regido sob o NDA (Non-Disclosure Agreement – Acordo de Não-Divulgação) do Programa MVP, portanto, não esperem detalhes do conteúdo do evento aqui :)

    Apesar de ter gente que não gosta desse lance de NDA, acho que é ele quem enriquece a coisa toda. Você tem contato com funcionários especialistas e eles têm "carta branca" pra falar o que quiserem pra gente.

    Outra coisa que vale lembrar é que existem categorias de MVPs e em nossa agenda do evento, somos convidados a assistir palestras que estejam de acordo com nossa especiliadade e afinidade. Portanto, alguns MVPs irão comentar que estiveram no prédio 25 e assistindo sobre a tecnologia XYZ e outros falarão que estavam no prédio 18 discutindo sobre outra coisa.

    Ah! Este ano tivemos uma novidade na infra do evento. Em anos anteriores, nós ficávamos sozinhos nos quartos dos hotéis. Este ano rolou um incentivo para dividirmos os quartos. Você ganhava a noite do domingo no hotel, coisa que todos os brazucas optaram. Só tinha um problema… conto abaixo:

    14 de abril, segunda-feira
    Amanhece a segunda. Eu estou dividindo o quarto com o meu amigo chique, Luciano Lima. Ele acorda logo dizendo: "Não vai ter café da manhã". Hein? Ligo para a (d)recepção e pergunto sobre o café. É, realmente o café da segunda não estava incluso. Vamos à caça. Começamos a ligar uns aos outros. Apesar da maioria dos brasileiros estarem no Westin, os grupos formados nos dias anteriores permanece muitas vezes.

    O grupo formado nos dias anteriores, com excessão do Dennes, marca de se encontrar no lobby do hotel para andarmos um pouco por Downtown e comermos algo. Quando nos reunímos, discutimos que não iríamos comer, já que o evento começaria com um almoço já as 11:30 da manhã. Antes disso teria apenas o registro ao evento, que tínhamos feito no domingo e rápidas boas-vindas.

    DSC00900 Na caminhada por Downtown vimos que tinham algumas lojas bem interessantes próximas ao hotel, como uma Office Depot, Old Navy e uma Ross. O frio estava incomodando. Somando o frio à fome que estávamos, o negócio não ia bem mesmo.

    Decidimos parar em um café para esquentarmos um pouco. O escolhido foi o Seattle’s Best Coffee, já que o StarBucks lá é pior que farmácia Big Ben em Belém do Pará.

    Depois desta parada estratégica, discutimos um pouco sobre como seria o dia. Este primeiro dia do evento seria diferente dos anos anteriores. De acordo com as pesquisas de satisfação de anos anteriores, os MVPs gostariam de um contato maior uns com os outros e que gostariam de criar um discussão maior sobre determinados temas.

    Daí que foram criadas as Open Sessions, que teriam um formato de mesas-redonda, coordenadas por MVPs, para MVPs. Uma longa lista de tópicos nos foi apresentada e poderíamos entrar e sair das salas para participar. Isso seria após o almoço e algumas rápidas palestras de boas-vindas.

    DSC00902 A cena cômica da manhã foi o grupo não perder a oportunidade de tirar fotos em um beco norte-americano. Sabe como é, cenário famoso dos muitos filmes que vemos por aí. A foto mais "style" que tenho aqui é esta do professor André.

    Bem, o dia estava chuvoso (cansamos de ouvir que em Seattle chove 300 dias por ano, o contrário da minha quente Fortaleza, onde tem agência de viagem que diz que se o turista pegar chuva, não paga a viagem) e todos toparam em se encontrar caso as open sessions não estivessem dentro do esperado.

    Vamos aos Centro de Convenções!

    MVPs de todo o mundo podem ser percebidos por conta de alguns trajez, chapéis e a desejada camisa dos canadenses, coisa que o nosso amigo Anderson Patrício conquistou após sua mudança para aquele país "trópico’.

    IMG_0647 A manhã começaria com Toby Richards, que assume o "posto" deixado por Sean O’Driscoll, como principal responsável pelos MVPs na Microsoft. Toby chama Colleen, que chama Sean.Cada um falou cerca de 30 minutos e Sean, como sempre, arrasou em sua palestra. Tenho esta figura como um exemplo a ser seguido quando o assunto é "Comunidade".

    A foto ao lado é com alguns MVPs brasileiros e o Sean, após o almoço.

    As Open Sessions começaram e eu ainda tentei participar da primeira, mas a coisa estava meio "zoada". Na verdade eu estava em uma das maiores e como tinha muita gente a coisa demorou um pouco a tomar forma, diferente do que estava acontecendo em algumas outras menores.

    DSC00936 Quando eu saí para o corredor, encontro com o Anderson Patrício e o Rodrigo Rodrigues e acabamos decidindo em dar uma volta. Juntamo-nos ao Álvaro Rezende e Adriano Martin e fomos ao Space Needle.

    Para isso, andamos do Centro de Convenções até o Westlake Center, que é um pequeno shopping center em frente ao Westin e de lá pegamos o monorail, que é um "metrô de superfície" que faz apenas este trecho do shopping ao Space Needle.

    Aos pés do Space Needle existem diversas atrações, como um pequeno parque de diversões, o EMP (Experience Music Project) que tem o museu da ficção científica e o museu da música. Nas redondezas ainda temos diversas lanchonetes, o estádio de basquete e outras pequenas atrações.

    IMG_8064 Após o Space Needle, pegamos o monorail novamente para irmos a downtown e andar um pouco pelo mercado público. A fina chuva ainda não tinha dado trégua. De noite teríamos um jantar com todos os MVPs no Centro de Convenções, por isso estávamos evitando comer na rua.

    Apesar da minha "proteção natural ao frio", tenho de dizer: aquele
    dia estava MUITO frio.

    Nós começamos a andar por dentro do mercado e resolvemos ir descendo até onde dava. Passamos em frente ao Seattle Aquarium e alguns restaurantes que servem peixes e carangueijos to tipo King Crab. Pense numa coisa grande :)

    A diversão da tarde foi ter encontrado computadores na entrada de um estacionamento com telas de erro do Windows :D

    O problema da tarde é que fomos andando… e andando… e andando… quando vimos estávamos nos afastando demais da área e tivemos que voltar. Estava chegando a hora do evento e eu queria passar no hotel antes. A volta foi mais complicada porque era subida e o vento estava MUITO frio. O Rover estava ficando literalmente roxo de frio!

    DSC00973Chegando ao hotel, encontro com o Rodolfo Roim e o Luciano Palma, da Microsoft. Como o Rodolfo pediu que fôssemos ao jantar com a camisa que ele estava levando, pedi a minha a ele. Fomos até o apartamento do Rodolfo e ele decidiu levar as camisas ao jantar.

    Quando chegamos os brasileiros já estavam meio organizados em algumas mesas (na verdade o jantar era em um grande salão delimitado por placas de identificação de algumas regiões). E o zum-zum-zum é que os brazucas que estavam presentes tinham subido no palco e feito a dança do siri!!

    Ainda estou em busca de registros deste fato, mas até o momento, nada ficou registrado.

    Já no final do jantar, os grupos começaram a tirar fotos. Os brasileiros começaram a se intrometer nos grupos que estavam mais próximos. Impagável a cena onde um grupo de brasileros se mete na foto da Korea e um deles grita: "Toshiba!".

    IMG_8069Teve troco. Em algumas fotos dos brasileiros, os koreanos surgem da mesma forma (eu até aguardei alguém gritar algo como "Tango!", "Futebol!", "Cachaça!", mas acho que isso é esperar demais) :)

    De lá, alguns ainda foram ao GameWorks, um fliperama que tinha bem em frente ao Centro de Convenções.

    Amanhã é dia de ir ao Campus, em Redmond.

    15 de abril, terça-feira
    Café da manhã no hotel. Mais uma novidade. Nos anos anteriores, acordávamos e íamos para o ônibus antes do sol aparecer. Cerca de 40 minutos depois tomávamos o café da manhã na Microsoft. Este ano resolveram deixar nos hotéis mesmo. Eu gostei :)

    Simples e americano: burrito (com feijão) e muffin. Só faltou o tradicionalíssimo ovos e bacon.
    Por sinal, esse burrito deixou recordações em muita gente.

    DSC00986 Após o café, fomos aos ônibus. Desembarcamos cerca de 40 minutos depois, já na Microsoft. Alguns foram imprimir as agendas do evento e outros já foram mesmo é tirar as tradicionais fotos em alguma placa da Microsoft perdida por entre os prédios. Deixei as fotos para a quarta-feira. Queria ir mesmo é na lojinha. Me dirigi ao prédio 18, onde seriam todas as minha palestras.

    Minha categoria de MVP é "Windows Server – Customer Experience". É (até onde sei) a única categoria que não trata de produtos, e sim de pessoas, liderança, grupos de usuários, enfim… comunidade. Somos um grupo pequeno e metade não pôde estar presente ao Summit. Na verdade, as minhas "palestras" eram mais uma mesa-redonda.

    O grupo estava tão unido que não saímos da sala nem no almoço. Após o almoço (com sono) fiz uma saída estratégica e fui caminhando até o centro de convenções do campus e de lá consegui um ônibus para a lojinha. Vi o que tinha e me programei para comprar no dia seguinte. Para quem não conhece, esta lojinha vende hardware e software Microsoft com um preço bem acessível (preço de funcionário) e alguns materiais de marketing (camisas, livros, bolsas, etc).

    Voltei para assistir a palestra da tarde e ir ao jantar. Esta primeira noite no campus seria com um jantar com seu time de produto. O meu grupo, que já é pequeno, ainda ficou com uma cafeteria à parte, ou seja, nós ficaríamos quase isolados do resto do mundo. Bebi um refrigerante, dei um aperto de mão em todos e fui embora. Andei um pouco pelo campus e peguei o ônibus ao hotel. No caminho, fui trocando idéias com o Marcelo Thalemberg. No caminho do hotel, resolvi descer uma parada antes e ir ao GameWorks de novo :)

    16 de abril, quarta-feira
    Segundo e último dia no campus da Microsoft. Dia de fotos e lojinha.
    IMG_8072Neste café da manhã, donuts com "recheio" estilo chesse-burguer. Algumas vítimas do burrito se manifestam. O Rover nem saiu do hotel enquanto que outros devem ter derrubado muitos durante o dia.

    Flatulências à parte, fomos ao campus e lá, fomos tirar uma foto ao lado do ônibus da Microsoft que faz parte do The Code Trip, que é um ônibus que faz uma espécie de road show pelos Estados Unidos. Quando estávamos chegando perto, um grupo de brasileros sai do ônibus e diz que o pessoal que cuida do busão estava por lá e que estão convidando os MVPs a subir. As fotos do Fabio Hara estão ótimas!

    O dia estava meio feio, mas andamos um pouco mais pelo campus e tiramos uma foto em uma das curvas da Microsoft com uma placa bonita. Este ano não teve foto na placa que fica perto do centro de convenções do campus.

    DSC00252 O pessoal agendou uma ida à lojinha depois do intervalo da primeira palestra, mas como as palestra deste dia seriam muito importantes para meu grupo, fiquei um pouco preocupado. Alertei o p
    essoal que talvez não fôsse e isso se confirmou durante a manhã.

    Como o acesso à Internet estava livre, consegui uma máquina e dei um alô ao pessoal. Somente de tarde é que consegui ir na lojinha. O legal deste dia é que o Luciano Palma assistiu algumas palestras do meu time e ele pôde compartilhar melhor do que eu o que estamos fazendo por aqui.

    No final do dia eu e ele estávamos andando em direção ao centro de convenções para poder nos encontrar com outros brazucas e voltar ao hotel (teríamos festa no EMP de noite) e saímos pelos fundos do prédio 18.

    IMG_8080 Os fundos do prédio 18 na verdade culmina com os fundos de outros 2 prédios e forma uma bela praça. Fomos andando e percebemos algo diferente no piso. Cada lajota mencionava algum produto da Microsoft! A cada produto lançado, eles trocavam uma das lajotas que formam a praça!!

    Automaticamente eu e o Luciano começamos a fotografar. As primeiras lajotas mencionam o ano de 1975 com o lançamento da linguagem Basic. Depois 1976 outras versões do Basic, 1977 menciona o Fortran e assim vai.

    Se eu tiver outra oportunidade, volto lá para tirar mais fotos.

    No centro de convenções encontro com o professor André e vamos à lojinha. Como já estava quase no final do expediente, convido-o para uma rápida visita ao Visitor Center, que fica logo embaixo da lojinha. É uma espécie de museu/exposição. O local rende boas fotos e algumas coisas que estãoa previstas para os próximos anos podem ser encontradas lá. Maldito NDA, né? :D

    DSC00160 Na lojinha, me dei mal. O que eu queria, tinha acabado, Acabei levando só 2 softwares (ótima oportunidade pra comprar software original a preço de pirata no Brasil) e pegamos um ônibus que já ia da lojinha até os hotéis, já que estávamos atrasados para a festa.

    No caminho conheço Cláudio Rodrigues, MVP de Terminal Services, brasileiro, mas que mora no Canadá a quase 10 anos. Fomos conversando bastante no caminho. E ainda bem que a conversa estava boa, pois o trânsito estava infernal e levamos mais de 1 hora até chegarmos ao hotel.

    Ah! Vale comentar que ganhei um Zune 8Gb em um sorteio no meu time :)

    DSC00208 DSC00293 No hotel, foi só o tempo de trocar o casaco e deixar o notebook e ir para o EMP – Experience Music Project, curtir a festa dos MVPs. O local é ótimo. Como já disse, lá tem o que chamamos de "museu da música" e o "museu da ficção científica".

    Além destas atrações, existe uma área de show com um palco onde MVPs podiam se candidatar a assumir o microfone e torturar outros participantes da festa. Os brasileiros ficaram unidos uma parte da festa lá, assisitindo a alguns candidatos. Espero que as fotos sejam usadas para fichar alguns elementos e criar uma lista negra do microfone para próximos eventos. :P

    DSC00314 CIMG0119 A galera aproveitou para usar perucas e tirar umas fotos com todo o pessoal.

    Depois disso, hotel e cama. A quinta-feira seria no centro de convenções.
    Com direito a palestra do Ray Ozzie e Steve Balmer.

    Comigo seria diferente.
    Eu iria participar de um evento "anexo" ao MVP Summit – o User Group Management Summit.

    17 de abril, quinta-feira
    Acordei e fui ao hotel onde o pessoal da Culminis iria tomar café juntos.

    Estavam presentes Dave Sanders (presidente), Frank, Paul (MDs), Brian, Paul, Sanjay, Vicki e eu.
    Bem, se lembrarmos que a Culminis não é formada nem por 20 pessoas, éramos quase metade da organização por lá.
    Eu e o Sanjay conversamos sobre o que tínhamos sentido do evento e o presidente nos preparou com algumas palavras sobre o evento que começaria naquela tarde.

    2004356965Saímos a tempo de pegar a palestra do Steve Balmer. Este último dia estava aberto à imprensa e a foto mais famosa do evento, que está publicada em diversos sites é esta que esta no blog.

    Para quem quiser ler o que Ballmer said, basta ir no site da Central de Imprensa Virtual do evento em http://www.microsoft.com/presspass/events/mvpsummit/default.mspx

    Destaques:

    "I need to get my annual feedback. How many of you use Live Search as your default? (Show of hands.) How many of you use Yahoo Search as your default? (Show of hands.) Let’s try that one again. How many of you use Yahoo Search as your default? (Show of hands.) Wow, we offered 31 bucks a share. How many of you use Google as your default?"

    "If you send e-mail to somebody who works at Microsoft, and they don’t return it, I’m angry. Feel free any time you’re not getting an e-mail response from one of ou
    r people, just forward it to me."

    n1064136213_1865186_5074E após a palestra dele, nosso encerram ento e almoço. Aproveitamos para tirar uma foto "oficial" com quase todos os MVPs brasileiros que estiveram presentes ao evento.

    Lembram que ainda não tínhamos hotel pata New York? Pois bem, ainda não tínhamos. E iríamos viajar algumas hora depois a esta foto. Nosso vôo sairia de Seattle 07:30 da manhã da sexta.

    No almoço, eu havia sugerido um hostel. Depois da foto conectamos a Internet e fizemos a reserva em um chamado "Jazz on Lenox".

    De tarde, eu fui para o UG Management Summit e de noite iria me juntar aos outros em uma festa do pessoal da América Latina.

    026_jpg De tarde participo do evento e sou informado que teremos um jantar com as pessoas do evento. Oh, oh. Preciso avisar o pessoal. Arrumo um tempo no final da tarde e corro até ao hotel. Converso com o Luciano Lima e ele me diz que o pessoal estava falando que eu havia agendado o hostel com datas incorretas. Verifiquei e as datas estavam erradas. Eu estava correndo contra o relógio e deixei para ligar para New York quando voltasse ao hotel.

    No jantar do evento, converso com o pessoal da Culminis sobre o dia seguinte. Eu não estaria no evento e não sei porque cargas d’água eles achavam que eu estaria.

    Ah! Ganhei um segundo Zune nesta festa :)
    Após este jantar, fui ao fliperama pegar um prêmio por conta dos tickets que eu tinha e fui arrumar a mala. Iríamos acordar às 4 da manhã.

    Chego no hotel, ligo para o hostel, a atendente me informa que iria passar o problema ao gerente (23:00 em Seattle, 02:00 em NY) na manhã cedo. Fui dormir.



    Para ler mais:

  • MVP Global Summit 2008 – Introdução
  • MCT Summit no Brasil: Clipping
  • MCT Summit Brasil 2009: SUCESSO!
  • Dando notícias
  • MCT Summit Brasil: Vídeos

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    Categoria(s): MVP Global Summit

    MVP Global Summit 2008 – Pré-evento

    Publicado em abril 25, 2008 | 1 Comentário! »

    09 de abril, quarta-feira
    Já perdi a conta de quantas vezes fui a São Paulo. Só neste vôo que vai por Natal, é a terceira vez. Ao embarcarmos no avião da AA é aquela festa. A maioria são brasileiros e aí já viu. A viagem ser de noite ajuda muito. Você entra, janta e dorme. Seria lindo se fosse assim. Eu estava com meu notebook com bateria cheia e MP4 carregado. Após a janta, um filme piegas é anunciado e vi que ia tentar dormir mesmo. Ah! Meus companheiros de vôo foram o professor André Luiz e o Rodrigo Immaginario. O Rodrigo deu boas dicas de New York a mim e ao professor, marinheiros de primeira viagem na cidade que nunca dorme.

    Lá pelas tantas, muita gente dormindo e eu nada. Pego o MP4 e começo a passar algumas músicas. Ouvia uma e passava três. Decidi ir apagando as músicas que achava que não ia escutar de jeito nenhum e na 2a música em que eu apaguei descobri que a opção "Delete all" não funcionava apenas para a pasta aonde estava o arquivo. Estou até agora com meu MP4 totalmente limpo.

    Ok, ok… isso era sinal de sono vindo e cochilei.

    10 de abril, quinta-feira
    Amanhecemos em Dallas, em um dos aeroportos mais movimentados do mundo. Na verdade ele é o segundo maior dos Estados Unidos e o terceiro maior do mundo. Um metrô de superfície liga os portões.

    DSC00678Tínhamos algumas horas para esperar e fomos em busca de algo para comer.
    Parada básica no Mc Donalds, já que lá tem um cardápio para café da manhã. O que eu queria mesmo era matar a saudade do Orange Chicken, que eu até preparei no Brasil após o Summit de 2007.

    Após comer o Mc, eis que vejo alguma movimentação no restaurante chinês que minutos atrás estava fechado.
    Não resisiti.

    A foto aqui ao lado mostra um flagrante do Rover Marinho ao prato desejado, ainda com sobras do Mc Donalds na mesa.

    DSC00684 Após um duplo e reforçado café da manhã, fomos esperar a hora do embarque.

    Alguns aproveitaram para navegar e buscar hotéis em New York. Eu mesmo não sabia onde iria ficar. Me reuni ao Álvaro Rezende e ao professor André Luiz para buscar algo.

    Vejam a brazucada em peso no aeroporto na foto ao lado.
    Além dos MVPs, Luciano Palma e Danielzinho, da Microsoft se juntaram ao time.

    Apesar de discutirmos muito sobre hotel em New York, nada foi decidido. Conversamos um pouco sobre a situação da VAN 2, que deveria ficar formada por mim e Rover Marinho, Álvaro Rezende, Adriano Martin, Rodrigo Rodrigues, professor André Luiz e Dennes Torres. Um time bem distribuído :D

    Alguns podem pensar que o segundo vôo (de 5 horas) não seria nada perto das 10 horas do primeiro vôo. Errado.
    Este segundo é de dia e você já está meio que stressado do primeiro. Você deixa o relógio em cronômetro regressivo, contando cada minuto, torcendo para que ele acabe logo.

    O bom é que o vôo para as bandas de Seattle rende ótimas paisagens. Por ser uma região montanhosa, você vê muita neve.

    DSC00719 Pousamos alegres em Seattle. Fomos às malas e depois procurar o carro alugado. Fizemos uma pesquisa lá na hora e decidimos manter o grupo de 7 pessoas, com o Álvaro e o Rover dividindo a direção. Primeiro motivo de piada da viagem: o Álvaro não podia dirigir carro alugado por ter menos de 25 anos de idade.

    Alugamos uma SUV Toyota Sienna vermelha. Como não combinamos em guardar segredo sobre o fato, confesso que ficamos quase meia hora mexendo no carro até conseguir… abrir o porta-malas! Deu pra sentir que muita coisa viria pela frente, né?

    Para não desfalcar totalmente o nosso ex-quase-piloto, o Álvaro foi eleito como navegador do nosso GPS. Mal sabia ele o rabo em que estava se metendo.

    Acertamos todos fazer check-ins em seus respectivos hotéis e depois iríamos sair. Dennes, Rover e Adriano estavam bem próximos ao aeroporto, no Days Inn, enquanto que o professor André e o Rodrigo estavam no Ramada e eu e o Álvaro estávamos no Comfort.

    DSC00734 Após dar algumas (muitas) voltas para poder se entender com o GPS, chegamos ao Days Inn. Dennes, Rover e Adriano tiveram alguns contra-tempos por o hotel não ter dado o que tinham oferecido na reserva, mas nada como uma discussão presencial para resolver o assunto. De lá fomos ao Ramada, já no centro de Seattle. Rodrigo e André fazem seu check-in e depois foi a vez do Álvaro e eu. Agora era guerra: compras! Primeira parada combinada: Best Buy!

    A Best Buy escolhida ficava no condado de Tukwila, em uma espécia de conjunto de shopping centers. Toys R’Us, Ross, Victoria’s Secret, Michaels e demais lojas também estavam por lá (em algum lugar, o troço é grande demais).

    Fizemos uma visita de reconhecimento na Best Buy, nos encantamos com os preços, mas o que estava incomodando mesmo era a fome. Mal humor já estava rolando e decidimos comer algo.

    DSC00733 Ali perto tinha uma churrascaria chamada "Famous Daves". Fomos lá e decidimos pedir um "All American BBQ Feast" e eu ainda pedi mais 24 asas de frango. Foi suficiente. O prato era enorme e deu para todos nós comermos bem, sem gastar uma fortuna. Posso dizer que meu "trauma" de churrasco americano foi esquecido, já que não tinha tido uma boa experiência no ano passado em Charlotte, com uma carne sem sabor, onde você tinha uma coleção de molh
    os para poder dar sabor em sua carne.

    Ah! Passamos antes de comer na Ross, uma loja de roupas dos EUA. Algo estilo C&A de lá. Bons preços e marcas conhecidas. Pessoas confortáveis como eu, Rover e professor André achamos facilmente roupas para nosso tamanho lá a 1/10 do preço do Brasil.

    Os hotéis estavam distantes e não podíamos relaxar com o relógio.

    Decidimos ir dormir. Na manhã seguinte iríamos para o Seattle Premium Outlet. E como o lugar é longe (em Tulalip, ao lado de Seattle), o dia prometia.

    No hotel, eu e o Álvaro trocamos idéias com o Luciano, que tinha ficado em outra VAN.

    11 de abril, sexta-feira
    Waffle e muffins no café da manhã. Fiquei fora dos ovos e bacon, normais para o país.

    DSC00753 O carro havia ficado com o pessoal do Days Inn. Havíamos combinado um horário que definitivamente não foi cumprido. Daí começaram alguns rumores internos :D Coisas normais para atividades em grupo.

    O outlet é como um grande centro de lojas de fábrica. O Seattle Premium Outlet é MUITO BOM. Lembro bem que chegamos lá 10:20 da manhã e o lugar abria 10:00.

    Saímos de lá bem tarde. Algo em torno de 19:00. O porta-malas da Van ficou pequeno. Coisas tiveram que ir no colo.

    No próprio outlet almoçamos e fomos várias vezes no carro deixar as coisas.

    O dia ainda não havia acabado e decidimos ir atrás de algumas encomendas das esposas: Victoria’s Secret!
    Corremos para o centro de compras de Tukwila e localizamos a Victoria’s Secret. Estavam a 30 minutos de fechar a loja.

    DSC00750 Eu tinha uma lista pronta de coisas para levar ao Brasil e para mim seria rápido. Uma parte do grupo foi para a Apple Store que ficava um pouco mais adiante no mesmo corredor.

    A cena era hilária. Seis marmanjos todos com grandes sacolas rosa da VS.

    Ao caminho do banheiro um de nós ainda foi… chamado por um ser de sexo duvidoso. Hilário demais.

    Eram 10 da noite e o almoço do outlet já tinha virado pó (ok, eu não iria escrever o que você pensou). Hora de procurar comida.

    Deixamos as sacolas do pessoal do Days Inn no hotel e decidimos que o carro iria ficar comigo e com o Álvaro no Comfort. O combinado era de irmos à Frys no sábado. Eram umas 23:00. Não sabíamos onde ir comer e quando decidíamos, nunca dava certo. Tentamos vários locais. O mal humor imperava entre nós.

    Paramos em uma lanchonete de posto de gasolina, bem próxima ao Days Inn. Não me recordo o nome do lugar e nem vou fazer esforço para tal. Ao entrarmos, vemos uma fita isolando a área do restaurante e uma seta apontando para os fundos. Nem pensamos. Fomos lá. Chegamos a um lugar onde cheirava a pipoca e cerveja. Uns sujeitos meio… estranhos "ocupavam" o local.

    Estranho seria elogio depois de ver o que surge ao meu lado. Um senhora (carinhosamente chamada por nós de Mummra, inimigo dos Thundercats) nos recebe com um ar meio assustado informando que naquele horário ela estava com o cardápio limitado. E ela começa a falar tudo o que ela poderia nos servir. E ela falou um monte de pratos. Mas não dava para prestar atenção no que ela falava. Ela era MUITO estranha. Quando ela parou de falar, só lembro de perguntar… "Estes pratos todos que a senhora disse… estão no cardápio?" – "Não. Estão na minha mente". Foi o suficiente para que virássemos as costas e quase corrermos de lá. Deu pra escutar ela dizer que se quiséssemos comer, poderíamos seguir 2 sinais na rua principal que acharíamos um restaurante que servia comida àquela hora. Definitivamente não tínhamos nada a perder.

    DSC00772 O mal humor imperava entre nós. Errávamos o caminho porque já estávamos cansados e discutindo. Até encontramos o tal restaurante. O nome, se não me engano, era "15 Cents".

    Fomos muito bem recebidos. O lugar era chiquérrimo e isso não podia dar em outra: caro. Mas naquela altura do campeonato, caro era ficar sem comer. Lugar meio escuro, cozinha chique, música ao vivo com (aparentemente) um famoso pianista da região que estava anunciando seus próximos shows.

    Não era fome. A comida estava MESMO muito boa. Pelo menos a maioria elogiou muito. Fomos embora. Na manhã seguinte teríamos um grande "desafio": Frys :D

    No Comfort, tínhamos uma vaga de garagem à nossa disposição, o que nos deixou tranquilos com o carro. Hora de dormir.

    12 de abril, sábado
    DSC00782 Calor. Taí uma coisa que eu pensei que não fosse sentir em Seattle. O dia estava quente. O sol resolveu dar uma trégua na cidade onde chove 300 dias por ano.

    Após mais algumas perdidas do GPS, eu e o Álvaro pegamos o pessoal e fomos à Frys.

    Nem sempre a Frys tem o melhor preço, mas ela tem uma variedade grande e umas promoções malucas. Cheguei a comprar um roteador wireless por menos de 20 dólares.

    Como já tínhamos noção de preços da Best Buy, compramos algumas coisas na Frys e deixamos outras para a Best Buy. De lá deixamos o Dennes no hotel e rumamos para a região da Best. Como já tínhamos passados mal bocados por conta de fome, decidimos comer assim que possível. Por sugestão do Rodrigo, fomos ao Applebee’s (o link brasileiro foi de propósito. Recomendo).

    DSC00789 Outro estrago gastronômico. Comemos muito bem e fomos bem atendidos. Esqueçam todas as vezes que comentei que se comia mal nos Estados Unidos. Eu que não sabia onde comer.

    De lá demos uma volta pelos lojas do complexo, vendo roupas e brinquedos. Eu fui na Toys R’Us e alguns foram em uma loja de material de RPG, o
    nde puderam vem alguns jogadores em ação e muito material à disposição.

    O tempo de compras e diversão estava acabando. Como todos optamos por dividir o quarto do evento da Microsoft com alguém, ganhávamos o direito da noite de domingo nos hotéis pagos pela Microsoft. E o hotel escolhido pela maioria brasileira foi novamente o Westin.

    A noite de sábado seria de arrumação de malas. Todos estavam praticamente com o dobro de bagagem que haviam vindo. Domingo era dia de mudar de hotel, pegar as credenciais do evento e noite livre. A maioria iria para o jogo de basquete. Eu não.

    13 de abril, domingo
    No domingo, como combinado, fizemos o check-out. Novos atrasos. Maiores. Alguns desentendimentos durante o pagamento de contas. Estava na cota de tolerância.

    Fizemos check-in do Westin e fomos abastecer para devolver o carro no centro mesmo. Contas corretas para ninguém pagar a mais no carro e combustível, apesar de ainda ter gente pendente. O local de entrega do carro era próximo ao evento e decidimos ir ao Centro de Convenções, mas ao chegarmos vimos que estávamos uma hora adiantados e decidimos comer algo.

    Fomos andar em Downtown. Descobrimos uma Ross próximo ao hotel e fizemos um lanche no Seattle’s Best Coffee.

    Fizemos o registro do evento e fomos ao hotel. Eu aproveitei para arrumar as coisas e ler um pouco (finalmente) meus e-mais e checar como estavam as coisas.

    O pessoal foi para o jogo de basquete (por sinal um espetáculo. Basta checar as fotos e vídeos que os MVPs estão disponibilizando), mas eu deicidi convidar o professor André Luiz para dar uma caminhada por Downtown de noite. Nos divertimos com as coisas que encontramos em uma farmácia e lanchamos em um Subway. Foi uma aula de Inglês entender o que o atendente com uma p*rra de piercing na boca falava. Na segunda começa o evento.

    E eu vou dormir. Amanhã eu continuo com o relato dos acontecimentos do evento!
    Aceito comentários com mais detalhes ;)



    Para ler mais:

  • MVP Global Summit 2008 – Introdução
  • MCT Summit no Brasil: Clipping
  • MCT Summit Brasil 2009: SUCESSO!
  • Dando notícias
  • MCT Summit Brasil: Vídeos

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    MVP Global Summit 2008 – Preparação

    Publicado em abril 25, 2008 | Comente! »

    A preparação a um MVP Global Summit começa desde a sua nomeação/renovação de seu título como MVP e a data para o próximo Summit. Sempre terminamos o evento já anunciando o próximo. O de 2009, por exemplo, será cerca de um mês antes do que foi este ano, ou seja, neve!! :D

    Em minha última viagem à Recife por conta do visto dos EUA eu ganhei um visto B1/B2 com validade de 5 anos. Ou seja, visto não seria um problema para mim nesta 3a ida ao Summit. Para a galera que deve viajar aos EUA, se ligue… esse lance de passaporte+visto demora.

    Em janeiro os MVPs brasileiros começaram realmente a se organizar para a viagem através de nosso newsgroup privado, onde começamos a comparar preços e estudar as melhores opções que teríamos. A grande maioria entrou em um pacote que dava uma ida a New York na faixa. Dos 45 MVPs brasileiros que estiveram em Redmond, estimo que 30 tenham ido neste pacote.

    A idéia seria sair do Brasil no dia 09, ficar em Seattle de 10 a 18 e depois ir para New York curtir o fim de semana, voltando no final da segunda-feira, dia 21.

    Na verdade eu estava desistindo de ir. Estava com $ meio limitado e comecei a procurar patrocinadores. Uma empresa aqui do Ceará disse que poderíamos negociar e levei o assunto à Culminis para poder pedir autorização para isto. Eis que eles respondem que já tinham planejado me patrocinar ;)

    A Microsoft estaria patrocinando os hotéis do dia 14 a 18, ou seja, antes disso teríamos que ficar por nossas contas. Eu combinei algo com o Luciano Lima, meu amigo chique. Por que chique? Só encontro este paulista em encontros dos MVPs. A primeira vez foi no Rio de Janeiro e depois nos dois primeiros Summits em que eu fui. Todas as N vezes que fui a São Paulo, mesmo ao TechEd não encontro o moço.

    Ok, passagem e hotéis preparados para Seattle. Faltava o carro. No newsgroup o pessoal já tinha fechado uma VAN e estava organizando uma segunda. "Organizando" é uma palavra muito bonita para a real situação. O Luiz Cláudio foi quem fez uma reserva e que ninguém assumiu até chegarmos definitivamente lá.

    Bem, passagem por conta da Culminis, hotel Ramada reservado pelo Luciano e eu estava contando com a reserva da VAN 2. Perfeito.

    Dias antes da viagem, resolvo imprimir os documentos e… reserva do Ramada errada. Estava reservada para março!!!
    Envio mensagem ao Luciano e aciono alguns MVPs na esperança de conseguir alguma cama extra no quarto de alguém.

    Acabou que o Álvaro Rezende juntou-se a mim e ao Luciano e fizemos uma reserva no Comfort Suites Downtown/Seattle Center. Beleza. Sim, o Álvaro é o sujeito que foi anunciado como morto em um acidente de carro no Jornal Nacional algum tempo atrás. No blog dele você encontra detalhes do fato (o acidente foi feio, mas ele não morreu).

    Bem, vamos à viagem. Meu vôo sairia 13:30 de Fortaleza e eu ainda consegui deixar e buscar as crianças no colégio.
    Minha jornada seria uma das mais longas do grupo por conta da viagem de Fortaleza a São Paulo, o que aumentou em 5 horas a minha viagem a Seattle. Confiram aí:

    • Fortaleza – Natal: 1 hora
    • Natal – São Paulo: 3 horas
    • São Paulo – Dallas: 10 horas
    • Dallas – Seattle: 5 horas

    Querem somar as horas de espera em aeroportos? E a diferença de fuso? Seattle está a 4 horas a menos do que o Brasil nesta época.

    Chegando em São Paulo, compro alguns dólares, declaro alguns ítens importados que iriam viajar comigo e fui ao ponto de encontro de todos os anos: Pizza Hutt. Acabei não comendo nada por lá e fui logo ao setor de embarque, de onde eu postei meu último post de blog, que tinha escrevido durante a viagem de Fortaleza a São Paulo.

    Vejo vocês no próximo post, já na terra do Tio Sam.



    Para ler mais:

  • MVP Global Summit 2008 – Introdução
  • MCT Summit no Brasil: Clipping
  • MCT Summit Brasil 2009: SUCESSO!
  • Fotos, fotos, fotos
  • Reze para entrar, pague para sair

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    MVP Global Summit 2008 – Introdução

    Publicado em abril 24, 2008 | Comente! »

    De volta ao Brasil, consegui tirar 4 dias de férias (virtuais) e só agora estou conseguindo colocar as coisas em ordem aqui.
    Os dias nos Estados Unidos foram intensos, mas prometi escrever textos detalhados do que aconteceu por lá.

    Adianto que tive ótimas companhias e que o que não faltou foi aventuras e novas pessoas em minha lista de contatos.
    Estou com cerca de 2000 fotos e devo publicar algumas centenas aqui no Live Spaces.

    Aguardem ;)



    Para ler mais:

  • MCT Summit no Brasil: Clipping
  • MCT Summit Brasil 2009: SUCESSO!
  • Fotos, fotos, fotos
  • MVP Global Summit 2008 – Preparação
  • Reze para entrar, pague para sair

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    Vamos falar em Inglês?

    Publicado em janeiro 26, 2008 | Comente! »

    Inglês antigamente era "desejável" para as vagas no mercado de trabalho.
    Hoje em dia, me perguntam que língua eu falo ALÉM do Inglês, já que se leva em conta que todo profissional de TI para cargos mais críticos já tenham conhecimento do idioma.

    Compartilho aqui 2 links que me ajudaram muito para meu conhecimento em Inglês (e que serão muito úteis daqui a 3 meses – se der tudo certo, passarei mais alguns dias na sede da Microsoft, em Redmond):

    Nível Básico-Médio: http://www.aprendendoingles.com.br/ – A lista de discussão EFR – English For Reading – foi leitura diária obrigatória para mim e ajudou bastante!

    Nível Médio-Avançado: http://www.teclasap.com.br/blog – Blog recheado de dicas como gírias em Inglês e erros que devem ser evitados.

    Enjoy!



    Para ler mais:

  • Diretivas de Grupo: Seus problemas acabaram!
  • Brasil detonando no Imagine Cup em Infra!!!
  • I will survive!
  • E qual o papel de um Grupo de Usuários?
  • A Lição das Três Peneiras

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